Assovio – Jardim Bonfiglioli

Relacionamento entre Vizinhos do Bairro, informações, reivindicações…

SUGESTÃO AO PREFEITO DE SÃO PAULO

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Senhor Prefeito,

Não há como negar. O trânsito no Butantã é um problema de difícil equacionamento. Quando demandamos a cidade, temos como primeiro obstáculo o Rio Pinheiros com suas poucas pontes, e depois temos poucas artérias capazes de absorver a crescente quantidade de veículos provenientes do Butantã em si, acrescida dos veículos originários do prolongamento da Rodovia Raposo Tavares e de Osasco pela Corifeu.

Portanto,  sem a construção de pontes (por exemplo, ligando a Marginal do Pinheiros à Av. Prof. Frederico Herman Junior) e sem o alargamento da avenida Rebouças, da Nove de Julho, da Pereira Leite, Teodoro, Cardeal, Alvarenga, etc. caminhamos para a imobilidade total nos horários de pico.

Cogita-se da construção de um túnel ligando a Eliseu à Praça Elis Regina, que é dinheiro jogado fora, pois não resolve problema algum. O fluxo cairia na Corifeu e só aumentaria o congestionamento.  O fluxo contrário cairia na Francisco Mourato ou na Eliseu que finalmente desembocam na mesma ponte Eusebio Matoso.

Teria muito mais sentido  religar a Av. Alberto Bartholomé à Raposo, permitindo o acesso dali até a Av. Eliseu de Almeida.

Pois é, e à nossa situação já bastante complicada, adicionou-se a estação do metrô Butantã, acompanhada de um terminal de ônibus que concentrou veículos grandes e lentos anteriormente espalhados pelas ruas do bairro em um único local, transformando nossa vida em um inferno.

A CET, demonstrando timidez, realizou umas poucas mudanças pontuais que de nada serviram além de piorar a situação.

Em nossa associação, ASSOVIO-ASSOCIAÇÃO DE VIZINHOS ORGANIZADOS, discutimos a questão e surgiram ideias para minorar o problema, ideias estas que trazemos ao seu conhecimento.

A grande vantagem delas é que não implicam em piora na qualidade de vida dos moradores da região, nem em enfrentamento com a todo-poderosa Associação dos Moradores da City Butantã, vez que nenhuma nova rua seria utilizada além daquelas que já foram reconquistadas pela prefeitura.

Achamos ser necessário ampliar a análise do problema, ampliar a abrangência geográfica de forma a obter uma solução mais completa.  Para isso, seriam necessárias algumas intervenções físicas e algumas inversões de fluxo que detalhamos a seguir.

Pedimos apenas que nossas ideias não sejam ignoradas ou jogadas no lixo sem maiores considerações. Elas são apresentadas no sentido de colaborar com a Administração.

 

INTERVENÇÕES FÍSICAS

1 -  Remover os obstáculos que impedem a circulação da Praça Vicente Rodrigues

2 – Restabelecer a continuidade da Rua Alvarenga, reabrindo o trecho atualmente fechado na Praça Rômulo Ribeiro Pieroni

3 – Recuar a sinalização do cruzamento da Raposo com Alvarenga para o início do trecho sob responsabilidade da Dersa, restabelecendo a ligação da Av. Caxingui, ampliando a Praça Max Lothar Hess  onde canteiros direcionarão o tráfego da Raposo à esquerda para a Alvarenga com semáforos de fases, e veículos provenientes da Rua Reação poderiam ingressar na Raposo ou na Eliseu.  Também o alinhamento original da Raposo com a Sapetuba seria restabelecido, de forma a evitar curva no acesso. Os veículos provenientes da Raposo demandando a Alvarenga poderiam, alternativamente,  entrar à direita na Caxingui e à esquerda na Camargo e novamente à esquerda na Alvarenga (na praça Romulo Pieroni).

4 – Abrir o acesso da Av. Eusébio Matoso para entrada na Av. Waldemar Ferreira para que os ônibus que hoje entram na Catequese, passem a entrar na Waldemar.

5- Reformular a circulação na Ponte da Cidade Universitária após a inversão da mão de direção da Alvarenga, de forma a permitir que os veículos possam entrar à direita, demandando a Marginal, ou através do acesso atualmente Marginal-Alvarenga que passaria a ser Alvarenga-Marginal.

 

INVERSÕES DE FLUXO

1 – Inverter o fluxo da Rua Alvarenga, de modo a permitir o tráfego desde o Palácio do Governo até  a Praça Panamericana.

2 – Inverter o fluxo da Rua Camargo, desde a Marginal até a Praça Romulo R. Pieroni.

3 – Inverter o fluxo da Rua MMDC

4 – Inverter o fluxo da Rua Pirajuçara entre a MMDC e a Vital

5 – Restabelecer o fluxo original da Rua Sapetuba, onde se subiria pelo lado par e se desceria pelo lado ímpar em direção à Raposo.

Com isso:

1 – Os veículos que demandam a ponte da Cidade Universitária e a Marginal atualmente pela Camargo, o fariam pela Alvarenga.

2 – Os veículos provenientes da Marginal que atualmente demandam a Alvarenga, iriam em frente sob a ponte e continuariam pela Av. Magalhães de Castro – Av. Valentim Gentil- Praça Vicente Rodrigues

- Daí poderiam entrar à direita na Av. Afrânio Peixoto demandando a Cidade Universitária

- Poderiam ir em frente pela Camargo – Reação – Raposo,

- ou entrariam da Camargo à direita na Vital Brasil.

3 – Os veículos provenientes da Praça Panamericana fariam o balão sob a ponte e entrariam na Av. Magalhães de castro e seguiriam o mesmo caminho de  (2)

4 – Os veículos que atualmente utilizam a MMDC demandando a Raposo, prosseguiriam e entrariam à direita na Sapetuba e daí na Raposo.

5 – Os ônibus que hoje entram na Catequese e depois na Pirajuçara (ambas estreitas e problemáticas) passariam a circular pela Waldemar Ferreira, fazendo o contorno da Praça Vicente Rodrigues, entrando na Camargo , Rua da Reação e Raposo, ou à direita na Vital.

6 – Os veículos provenientes do bairro pela Vital Brasil converteriam à esquerda na Alvarenga, com semáforo de fases. Daí poderão seguir em frente até a Praça Panamericana, ou Marginal, ou entrar à direita na Afrânio Peixoto, demandando a Waldemar Ferreira e a passagem sob a Paineira até o Jockey.

7 – Os veículos provenientes da Raposo que demandassem a Eusebio Matoso prosseguiriam até a Francisco Morato, entrando à esquerda, com o deslocamento da passagem, ou iriam em frente pela Morumbi.

 

O resultado dessas providências seria a liberação do entorno da Estação do Metro para as manobras dos ônibus do terminal que poderiam assim demandar:

 a Raposo via Rua da Reação,  

a Vital Brasil via Rua Pirajuçara, ou

a Francisco Morato via Rua MMDC,

racionalizando a circulação dos veículos na região.

 

ASSOVIO-ASSOCIAÇÃO DE VIZINHOS ORGANIZADOS

 

 

 

 

Escrito por zehfilardo

18/10/2011 em 10:23

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NOVOS BRINQUEDOS NA PRAÇA

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Antes mesmo da reforma que esperamos saia logo, a Subprefeitura do Butantã instalou os aparelhos de ginástica na Praça João Batista Tramontano.

E o pessoal logo aproveitou a linda manhã de domingo para utilizá-los.

Vejam a D. Terezinha e outros vizinhos dando duro…

A comunidade do Bonfa agradece.

Escrito por zehfilardo

20/02/2011 em 11:05

ÁRVORES EM PERIGO NO BONFA

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A Subprefeitura do Butantã, tradicionalmente não tem muita consideração com a população vegetal do bairro. Basta um pedido simples e lá vai a heroica brigada da motosserra botando abaixo árvores ou podando sem critério.

Notamos, e isso é positivo, que está sendo implementado o cadastro das árvores das ruas de São Paulo, já realizado na Lapa e que agora está sendo feito por aqui. Pequenas chapinhas numeradas foram pregadas nas árvores, ou um número foi pintado no tronco delas.

Isso é bom, porque facilitará nossa referência aos diferentes indivíduos.

Nada foi veiculado à população, para variar, porque afinal a população não tem nada a ver com o valoroso trabalho da burocracia municipal, mas deduzimos que estejam mantendo um controle computadorizado da numeração e a localização nas diferentes ruas da cidade.

Sendo assim, temos dois casos a abordar, nos quais usaremos a referência do número do indivíduo e a rua onde se localiza.

CASO 1

O espécime tem chapa número 14 e está localizado na Rua Ministro Eduardo de Campos Maia, em frente ao número 56. Trata-se de uma árvore de grande porte DAP40+ que está no momento plantada em frente à entrada futura da garagem da casa que foi construída recentemente e que se encontra em fase final de acabamento. A propósito, a placa de número 13, colocada no imóvel logo adjacente foi roubada.

Estamos preocupados com o destino da nº 14, pois o arquiteto Louro não parece ser uma pessoa muito preocupada com aspectos ambientais. Logo abaixo, no imóvel vizinho que foi objeto de um projeto de sua autoria, a bauínia DAP15+ foi removida, displicentemente substituída por uma quaresmeira que não suportou (DAP 2) e recentemente, depois de muita insistência, foi substituída por uma resedá também DAP2 que está plantado no concreto e duvidamos que resista.

O espécime nº 14 deverá ser removido também (provavelmente já está em processo na Subprefeitura) mas interessa-nos saber qual será a compensação ambiental feita pelo proprietário. A substituição de um DAP40 por um DAP2 significa prejuízo para a coletividade. Logo, a compensação ambiental deveria ser mais ampla.

CASO 2

O caso 2 é de burrice. O proprietário plantou duas palmeiras imperiais na calçada, sob a fiação. As palmeiras situam-se na Rua. Dr. José Aires Neto e receberam a numeração 31 e 32.

Como era de se esperar, as copas das palmeiras atingiu a fiação e está se enroscando nela. A reação natural das concessionárias será de usar a motosserra e aleijar os espécimes.


Na calçada oposta, mais perto da esquina da Poetisa Colombina, onde não há fiação,

há espaço para remanejar as duas palmeiras, plantando em seu lugar uma espécie menos avantajada, murtas, por exemplo.

PROVIDÊNCIAS QUE ESPERAMOS DA SUBPREFEITURA

Com relação ao Caso 1, esperamos que a compensação ambiental seja bem feita, um exemplar pelo menos DAP15 seja plantado um metro acima, no limite entre os dois imóveis, com espaço adequado para as raízes, diferentemente do caso do imóvel da mesma rua de números 45/50 onde o exemplar está plantado praticamente no concreto, sem espaço vital.

Com relação ao Caso 2, esperamos que os exemplares problemáticos (31 e 32) sejam remanejados, preferencialmente para a calçada oposta, de modo que não os percamos, e, em seu lugar, sejam plantados resedás ou murtas.

Escrito por zehfilardo

12/02/2011 em 14:27

PLANTIO DE ÁRVORES

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Tivemos uma surpresa agradável ontem. Um presente de natal da sub-prefeitura.

Uma equipe de jardinagem atendeu aos nossos pedidos via SAC e providenciou o plantio em substituição de árvores que não havia resistido aos vândalos e à seca.

Agradecemos ao Marcelo, ao Ricardo e à equipe de Jardinagem.

 

Escrito por zehfilardo

24/12/2010 em 11:19

Limpeza das Praças

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Finalmente nossas praças entraram na programação de limpeza.

Nesta semana, a Sub-Prefeitura realizou a limpeza da Praça Lyons Clube, Manoel do Espirito Santo e João Batista Tramontano.

Muito obrigados…

Escrito por zehfilardo

13/05/2010 em 19:33

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- NOSSO MAIOR PROBLEMA -

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Enchentes

Primeiro, e mais importante, gostaríamos de abordar a questão da enchente que ocorre a cada chuva mais forte na confluência da Rua Poetisa Colombina e Dr. José Ayres desde a década de 80. Ela foi agravada, proporcionalmente à impermeabilização do bairro, e na década de 90 com a ocupação duvidosa (no que se refere ao zoneamento) do terreno entre o corpo de bombeiros e a Rua Poetisa Colombina, por prédios de apartamentos.

Até que o terreno fosse ocupado, o excesso de água pluvial encontrava saída pela superfície, correndo sobre a faixa sob a qual existe a canalização, ao longo dos fundos dos imóveis da Dr. José Ayres Neto e desembocando no cruzamento da Raposo e Ari Aps. Mas, com a ocupação da faixa da canalização pelos condomínios, e o fechamento da passagem da água superficial com um muro de alvenaria e a ocupação da faixa da canalização, criou-se uma represa na Rua Poetisa Colombina que não dispõe de escoamento suficiente. Criou-se um “piscinão” dentro do qual se localizam cerca de 50 imóveis;

Em 2001, quando o Dr. Mauricio Pinterich assumiu a Subprefeitura, ele visitou o local, sentiu o drama dos moradores, realizou gestões junto à Siurb, mas em termos práticos tudo continua como antes. Limpezas dos bueiros e galerias foram feitas, mas como o problema não é de entupimento de galerias, as providências nada resolveram.

Em  9/3/2006, recebemos da Siurb, um e-mail datado de 9 de Março de  2006, assinado por Luis Felipe Tonet – Equipe de Assessoria de imprensa – Siurb,  com o seguinte teor:

“ A Secretaria de Infra-Estrutura Urbana e Obras esclarece que a pedido da Subprefeitura do Butantã, existe projeto hidráulico em licitação do córrego do Jardim Bonfiglioli entre a Av. Eliseu de  Almeida e Rua Poetisa Colombina. O Projeto será concluído ainda este ano /06.”

Em Outubro de 2008, o Sr. Jair Balla, assessor de imprensa da Sub-Prefeitura informou:

“está em curso o processo / número 2008 - 0.225.506-6 no setor Proj 4 , da Secretaria de Infra Estrutura Urbana, o projeto da galeria da Rua Poetisa Colombina, no Jardim Bonfiglioli.“

Nesta mesma época, 2008, foi-nos pedido paciência, pois o projeto seria implementado em conjunto com a canalização do  Pirajussara que se encontra em execução no momento.

Em 25/3/2009 visitamos o canteiro de obras do Pirajussara, seguindo o conselho do Dr. Araújo dado em nossa reunião de 11/3, e procuramos informações sobre o andamento do projeto e fomos informados que nenhuma intervenção relacionada com qualquer Córrego Jardim Bonfiglioli está prevista, ou sequer cogitada.

Nossa sugestão é a construção de um reservatório de concreto sob o pátio da Escola Municipal Julio de Mesquita.

Situação atual                                                           Situação desejada

O terreno permite a construção de um reservatório de 40 x 40 x 3 metros, que por sua volumetria poderia perfeitamente absorver o excesso de água pluvial originário de todos os cantos do Jardim Bonfiglioli, e liberar o excesso diretamente na galeria, funcionando como um “piscinão”.

Na época, a Subprefeitura nos informou que o então prefeito José Serra tinha determinado que piscinões não mais seriam construídos, por serem obras caras. No entanto, em nosso contato com a construtora que está realizando a obra do Pirajussara, ficamos sabendo que a SIURB tem um convênio com o DAEE para a construção de diversos piscinões na capital.

Evidentemente, houve uma mudança de orientação que esperamos possa nos beneficiar.

Supondo que a Prefeitura efetivamente tenha interesse em resolver o problema, a alternativa do piscinão nos parece muito mais barata e fácil de realizar no pátio da Escola Municipal Júlio de Mesquita onde uma escavação, concretagem, reconstituição de edificações seria muito menos problemática que as mesmas intervenções no estreito caminho da galeria até a Ari Aps, considerando a ocupação irresponsável ocorrida da faixa de terreno sob a qual corre a galeria.

A escola já é um próprio municipal, não haveria prejuízo algum para a escola, visto que as quadras poderiam ser reconstruídas, com vantagem, após a construção do reservatório. Manobras de máquinas, guindastes, logística de terraplenagem, concretagem, etc. seriam muito mais fáceis.

Em 2005, enviamos um oficio a esta sub-prefeitura, onde já formulávamos este pedido.

Temos notícia de que a SIURB está construindo outros piscinões, inclusive no Jardim das Bandeiras, e o nosso processo / número 2008 - 0.225.506-6 no setor Proj 4 não foi implementado.

Escrito por zehfilardo

18/12/2009 em 20:07

Meio-ambiente

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Árvores

É facílimo cortar árvores no Butantã. Esta é a dura realidade.

Cruzamos o tempo todo com caminhões de empreiteiras (ilegalmente atendendo a prefeitura com veículos licenciados fora do município)  a serviço da Prefeitura, carregados de galhos de árvores que, pelo diâmetro dos troncos são certamente árvores adultas abatidas.

A impressão que se tem é que se o munícipe não gosta de uma determinada árvore em frente à sua casa, ele simplesmente formula um pedido à sub-prefeitura que é deferido sem maiores considerações. A alegação é sempre de que há infestação de cupins, mesmo quando é comprovado que o tronco remanescente estava perfeitamente hígido.

Ao mesmo tempo, a plantação de mudas não é feita com os devidos cuidados, produzindo distorções que poderiam ser facilmente evitáveis.

Um exemplo:  Um escritório de arquitetura que parece ter um trânsito muito especial junto à Sub-Prefeitura está construíndo um imóvel – irregular, diga-se de passagem – na Rua Min.Eduardo de Campos Maia, 50.

Em frente ao imóvel havia uma bauínia com DAP-15  que logo de cara sofreu uma poda radical (também sem consequências para a construtora (vide foto).  Para quem não sabe, DAP significa  Diâmetro à Altura do Peito, ou seja, a bauínia tinha 15 centímetros de diâmetro no tronco na altura do peito.

Poda radical perpetrada pela construtora na Rua Min. Eduardo de Campos Maia 46

Diante da reação dos vizinhos, a destruição do espécime foi interrompida e o Escritório de Arquitetura providenciou o pedido de remoção da árvore (que lhe foi concedido sem maiores problemas).

A bauínia DAP-15 foi removida e em seu lugar foi plantada uma Quaresmeira  DAP-1,5 –  o tronco dez vezes mais fino, enterrado de qualquer jeito em um buraco na calçada, sem os devidos cuidados relativos ao local onde foi plantada.  A construtora nem abriu aquele quadrado necessário para as raízes da planta. Resultado:  a quaresmeira aparentemente está morta.  E provavelmente não será substituída.

O proprietário, ou o construtor deveria providenciar a substituição de uma árvore DAP-15 por outra de mesma idade, ou deveria realizar uma compensação ambiental equivalente à função da árvore de dap-15 e não apenas plantar um DAP-1,5 que levará dez ou vinte anos para atingir o mesmo tamanho da árvore removida.

Outro exemplo, uma regra simples deveria ser de que as espécies plantadas no lado da rua onde existe a rede elétrica devem ser sempre de pequeno porte, por exemplo, murtas, resedás,  quaresmeiras, bauínias, alfeneiros, etc.  Árvores de porte maior como a sibipiruna, ipês, etc. por exemplo, deveriam ser plantadas somente no lado da rua sem fiação elétrica.

Também deveria haver mais cuidado ao se plantar mudas. Por exemplo, na rua Poetisa Colombina, no 251.  foi plantada uma murta NO MEIO DA CALÇADA!  Vejam a foto:

Ao mesmo tempo, na Dr. José Ayres, foram plantadas palmeiras imperiais sob a fiação.  Vejamos as fotos:

No  médio prazo, qual será o destino das palmeiras?

Seria uma providência lógica que as palmeiras imperiais fossem removidas e transferidas para a calçada em frente, sobre a qual não há fiação, por exemplo, praticamente em frente, na esquina da Poetisa com a Dr. José Ayres., que poderia ser transformada em calçada verde, juntamente com as palmeiras.

Calçada livre, no lado sem fiação elétrica.

Mudas de murta, quaresmeira ou resedá poderiam substituir as palmeiras imperiais…

Um de nossos ambiciosos projetos é um levantamento documental fotográfico, um tipo de recenseamento das árvores em via pública no bairro, com sua localização na via, que será posteriormente entregue à Sub-prefeitura, à SVMA, registrado em cartório e acompanhado de perto.  Casos de agressão às árvores ou até “arvoricídios” como aquele perpetrado recentemente contra um eucalipto na praça João Batista Tramontano, esquina da Rua João Maffei com Av. Comendador  seriam objeto de inquéritos junto à Subprefeitura.

Eucalípto "assassinado"...

Não que sejamos muito favoráveis aos eucaliptos. Pelo contrário. Na reforma da praça, vamos solicitar a substituição deles por árvores menos agressivas.  Vários acidentes com queda de galhos produziram danos significativos no entorno.

Evitaríamos, por exemplo, podas radicais feitas por particulares, sem que a fiscalização tome conhecimento, com o conseqüente dano às árvores…

Poda radical na Dr. José Ayres

Escrito por zehfilardo

17/12/2009 em 23:28

Calçadas

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No Jardim Bonfiglioli existe um grande problema com as calçadas. Aliás, não nos referimos às calçadas do Bonfiglioli. Referimo-nos às escadas do Bonfiglioli.

Uma distorção inicial que não foi corrigida pela autoridade, e que gerou uma prática atualmente irreversível.  É outro exemplo de irresponsabilidade da autoridade encarregada da disciplina do uso e ocupação do solo. Tivessem os primeiros ocupantes do bairro sido impedidos de criar os desníveis nas calçadas, hoje não teríamos um bairro onde o deficiente físico está completamente impedido de circular, tanto devido às “escadas” quanto ao estacionamento irregular de veículos nas calçadas, privatizadas com vagas demarcadas.


Calçadas verdes

Hoje o bairro paga o preço da impermeabilização do sob a forma de enchentes.

Excelente trabalho foi realizado ao redor da Escola Municipal Julio de Mesquita, transformando a calçada em calçada verde.  Parabéns à Secretaria da Educação.  O reparo seria somente quanto ao material empregado.  Mereceria melhor atenção dos fiscais de obras.

Blocos aerados são excelentes para a vedação interna, por suas características de leveza, mas dificilmente se prestam à exposição ao ar livre como acabamento de canteiros de gramado.

Sem querer estabelecer comparações, até mesmo porque cada bairro tem suas próprias características, deficiências ou demandas, uma iniciativa muito interessante está ocorrendo na Sub-Prefeitura de Pinheiros, onde se está “desimpermeabilizando” o bairro, com verbas da Secretaria do Verde e Meio Ambiente.  Cada cruzamento ou espaço possível está sendo transformado em canteiro permeável.

Nem sempre com a solução mais feliz, pois em alguns casos o canteiro resultante ficou minúsculo, mas mesmo assim, melhor um pequeno canteiro que canteiro nenhum.  O Butantã tem centenas de locais que poderiam ser aproveitados para isso.

Outras calçadas de nosso bairro deveriam ser transformadas, por exemplo, a calçada da Igreja de Santo Alberto que já foi verde e depois foi cimentada. (foto)

Calçada da Igreja de Santo Alberto cimentada

Outro exemplo é o triângulo existente na esquina da Av. Comendador e a Rua Henrique Mendes, usado hoje como depósito de lixo

Cruzamento da Av. Com. Alberto Bonfiglioli e Rua Henrique Mendes

Ou o triângulo existente em frente à Escola Julio de Mesquita:

Comendador Alberto Bonfiglioli, em frente à Escola Julio de Mesquita

que  poderiam ser transformados em canteiros, mesmo que seja instalado um Ponto de ônibus coberto pleiteado.Com apenas uma ação poderiam ser alcançados dois objetivos: o atendimento às necessidades dos cidadãos e o aumento da permeabilidade.

Ou as calçadas no cruzamento da Dr. José Ayres com Poetisa, bem no centro do problema de enchentes.

Junto ao Ralo do Bonfa...

Ao longo da Av. Comendador, todas as calçadas poderiam ser transformadas em canteiros, lixeiras de concreto poderiam ser instaladas, transformando-a em um charmoso boulevard.

Será que é realmente São Paulo?

com a instalação de pedras na grama no caminho das rodas.  Floreiras ajudariam a impedir o estacionamento irregular, sem falar no aspecto estético. O painel visto acima nos remete a um ambiente urbano muito mais agradável e civilizado. Poder-se-ia dizer que não é são Paulo, mas Buenos Aires, Paris… (exceto, talvez, pelo lixo…)

Escrito por zehfilardo

17/12/2009 em 20:59

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Praças

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Temos meia dúzia praças no bairro. Três delas bem caracterizadas: Lions Clube Butantã, Antonio Manuel do Espírito Santo e João Batista Tramontano.

As outras são arremedos de praça: um canteiro central – largo sem igreja – que atende pelo nome de Praça Isai Leirner; uma “piazzeta” sem nome na Rua Gastão do Rego Monteiro com João Diomedes Leônidas, altura do número 270;  um canteiro central de retorno minúsculo a que se deu o imponente nome de Praça Francisco Nardi Filho e, de certa forma, a vegetação que acompanha a Raposo e outra “piazzeta” no início da Poetisa Colombina funcionam como áreas verdes.

A Praça Lions Clube Butantã, a Pça Antonio Manuel do Espírito Santo, a “Praça” Isaí Leirner e a Piazzeta da Gastão foram reformadas na última rodada de reformas de praças na cidade de São Paulo  nas eleições de 2008.

O serviço de limpeza das praças é bom, embora algumas vezes ocorram exageros na poda de árvores. Talvez pudesse ser mais freqüente.

A Praça João Batista Tramontano, por suas dimensões, é competência da Secretaria do Verde e Meio Ambiente e foi deixada de lado na reforma das eleições de 2008.  Encaminhamos pedido de reforma da praça que já teve despacho positivo. Fomos informados pelo Sr. Helio Neves, chefe de gabinete da SVMA de que o levantamento topográfico já foi providenciado, ficando a reforma dependente de projeto e de verba para realização, o que se espera ocorra neste ano de 2010.

O levantamento topográfico já foi realizado e encontra-se em fase de elaboração do projeto.

Oportunamente a Sub-Prefeitura deverá apresentar o projeto à comunidade e teremos a oportunidade de fazer sugestões… (esperamos…)

Escrito por zehfilardo

17/12/2009 em 20:54

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Mais Abusos…

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Construções irregulares

Louvável a confiança depositada no contribuinte pelos fiscais do departamento de Uso e Ocupação do Solo que  confiam que os munícipes estejam construindo dentro da norma.

Mas, arquitetos constroem desrespeitando as normas, e obtêm “habite-se” com base em plantas, abusando da confiança da fiscalização, que dispensa a vistoria. O velho golpe de aprovar uma planta e construir outra. Os arquitetos e munícipes inescrupulosos esperam que a Prefeitura, colocada diante de um fato consumado, aprove ou tolere a construção irregular, até a próxima e vergonhosa anistia (uma das causas, juntamente com a atuação do Secovi, da deterioração da cidade).

Infelizmente este excesso de confiança da fiscalização  nos munícipes  produz a impressão de que existe corrupção na administração.  Contudo, há que se elogiar esta Sub-prefeitura por ter imediatamente embargado obras irregulares, tão logo tomou conhecimento delas. Lamentável somente é que as obras continuem, só que mais discretas, pois os infratores não levam a sério a autoridade municipal e sabem que mais cedo ou mais tarde conseguirão o habite-se.

Em vários casos encaminhados à Sub-Prefeitura, nenhuma providência foi tomada e as construções irregulares simplesmente prosseguiram apesar dos vícios de construção.  Uma delas já foi colocada à venda e as outras estão sendo acabadas sem mais problemas.

É também difícil  explicar a construção de dezenas de torres de apartamentos no Jardim das Vertentes onde a malha viária não suporta o aumento do número de veículos.

Região do Peri-Peri com excesso de construção e falta de vias públicas

Encaminhamos oficio ao DSV que devolveu o pedido, sugerindo que fosse encaminhado à Sub-Prefeitura ou Siurb .

Outra ocorrência é a “privatização” de próprios municipais. Um exemplo disso é uma travessa que deveria unir a Rua Gastão do Rego Monteiro à Rua paralela, Geraldo Amorim.  Esta rua fica em um plano mais elevado e a ligação, na realidade, seria uma ladeira muito íngreme, provavelmente uma escadaria. A rua existe no mapa da cidade, e fica entre os números 270 e 302.  Mas, o que existe ali é um imóvel residencial sem número. Ou seja, a rua foi “privatizada” sem que a autoridade, anos atrás, tomasse qualquer providência.

O mesmo ocorre na Praça Elis Regina. Em anexo apresentamos um informe sobre a situação que pedimos seja encaminhado à SVMA, visto que as dimensões da Praça Elis Regina a colocam sob a responsabilidade deles.

Na mesma região, já tínhamos perdido as praças General Araripe de Faria e Praça Rotary Clube do Butantã  em favor da construção de escolas (o que é uma troca justa), mas a entrega de espaço público a particulares é uma prática condenável e a omissão da autoridade contribui para a impressão geral de corrupção e descaso com a coisa pública.

Uma providência interessante seria a extensão da Rua Azem Abdala Azem até a Ari Aps, facilitando a entrada suave dos motoristas na Raposo, sem o risco atual que correm na precária entrada abrupta da Av. Comendador Alberto Bonfliglioli na Raposo.

Também a Rua Gastão do Rego Monteiro  poderia ter seu traçado estendido alguns metros até a Rua Augusto Farinha e, assim, oferecer um acesso mais cômodo ao Jardim Bonfiglioli. Ela termina abruptamente no portão do Condomínio Forrest Park,  mas existe área pública suficiente para sua extensão, ainda que com o sacrifício de uma pequena nesga do terreno ocupado pelo corpo de bombeiros (antiga área verde do bairro sacrificada em favor da implantação do quartel).

Naturalmente, seria necessário verificar se o condomínio tem realmente direito sobre a pequena parcela de terreno ao final da rua, ou se eles também “privatizaram” a área, o que não seria nem um pouco surpreendente.

Escrito por zehfilardo

17/12/2009 em 20:50

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